Sabem, estava eu vendo as notícias na internet e nos jornais da TV. Ví guerras, gente matando gente em nome de Deus, em nome de um país, em nome de um ditador, em nome de um monte de coisas. Ví gente que segue o pastor cegamente, vi gente que segue político cegamente, vi gente que segue traficante cegamente.
Vi gente no transito, ser atropelada porque estava na frente ou atrás ou do lado. vi gente ser atropelada porque atravessou a faixa,...ou fora da faixa. Vi gente ser atropelada na calçada! dentro de casa.
Vi gente matar gente... por tudo...e por nada. Vi o "cauboi" do BBB morrer e ou ex-BBB que se diz médico, fazer galhofas com o morto. Vi gente crucificar outro pelo outro ser gay e vi um gay crucificar um outro por este outro ser hetero. Vi um negro brigar com um branco por cada um dizia que sua raça era melhor que a do outro. Imagine! Logo aqui no Brasil que nós não temos raça alguma. Somos uma mistureba legal! E quem disse que uma cor é melhor que a outra? Êta mundo louco!
E nós, fãs dos quadrinhos, é quem somos os loucos e perdidos.
Uma coisa que aprendi é que os seres humanos são iguais em direitos e, GRAÇAS A DEUS, diferentes em gênero, numero e grau. Se as pessoas vissem por este ângulo, o mundo onde vivemos, seria mais tranquilo. Em paz, não, pois nossas diferenças sempre vão provocar litígios, mas que podem ser resolvidos com bom humor, paciência e compreenção.
Bem, já fiz o meu ato de contrição de hoje. Já botei pra fora a minha indgnação com esta tribo chamada raça humana. Agora, que nós acordemos para a magia de viver e que nós çoucos possamos curtir nossos quadrinhos em paz, vendo os heróis destruírem os sonhos dos ditadores em dominar o mundo, uma raça, um continente, uma religião, um paizinho de #$@¨& como o nosso.
Enquanto tratamos de viver e sobreviver à volta da inflação, recriada pelo Lula para eleger Dilma, eles como o Palocci, continuam a construir castelos, quadriplicar suas fortunas e se chamar de "povo".
Viva os quadrinhos! Aqui a gente pega uma revista e resolve o problema.
Por falar nisso, antes de encerrar, aí está aquela página que eu prometi:
PS. Nuñez sou eu também. Na época, eu me criei como Nuñez porque as pessoas não davam valor a um brasileiro metido a saber desenhar. Ora, se não valorizavam os quadrinhos, imagina os desenhistas, roteiristas e coloristas.
Gente vou ficando por aqui, pois preciso dar uma descansada do dia. Amanhã tem mais.
Um bom fim de semana a todos!

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