Decidi num determinado ponto, tentar ensinar desenho, como queria, realmente. Mas ainda não era o momento. Afinal, eu não havia preparado nada. Tinha apenas as aulas que dava como conteúdo e não havia ainda adaptado o material. Erro de principiante para alguém que tem mais de 30 anos de estrada nesta área.
Como tudo estava numa bola de neve, onde não via tempo para consertar o estrago, tratei de deixar a bola cair e parei por este tempo. Parei para ver onde estava errando. Realmente era coisa de louco. Mas louco não é maluco e ainda havia tempo para corrigir o rumo.
Assim, aqui estou fazendo minha"mea culpa". Vou retomar no ponto que era meu caminho e falar de quadrinhos e falando de quadrinhos, falar do mundo. Falar de nós, meros seres humanos carregados pelo vento da política, da corrupção do ser humano e suas insanidades.
Na próxima postagem, vamos recomeçar a falar desta coisa de loucos. Por hoje é só mas voltarei com tudo. Vamos ver como quadrinhos é literatura de primeira linha e que além de laser, pode ser também uma arma de comunicação. no bom sentido, embora que este negócio chamado ser-humano, independente de raça, credo ou sexo, é passível de usar esta "arma" como algo errado, para seu prazer e suas mentiras.
Mas eu ainda creio no potencial da nossa raça, mesmo desiludido com ela, e vamos falar disso na nossa próxima vez.
Um abraço e fiquem com mais alguns desenhos meus:
Esboço inicial para ilustrar um livro.
esboço inicial para o mesmo livro
arte-final da primeira página mostrada
arte-final da segunda
Bom, vamos ficar por aqui e meu abraço ao Lúcio, que foi quem me possibilitou ilustrar seu livro com estas imagens.
Até o próximo post!




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